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  • Cesare Ticona

Alianças estratégicas para fazer grandes obras

Porém, depois disto, Jeosafá, rei de Judá, se aliou com Acazias, rei de Israel, que procedeu com toda a impiedade. E aliou-se com ele, para fazerem navios que fossem a Társis; e fizeram os navios em Eziom-Geber. 2 Crônicas 20:35,36


A engenharia naval se dedica à construção de barcos. O seu planejamento deve ser cuidadoso para fazer uma estrutura capaz de suportar a carga e as tempestades. A inteligência e técnicas devem-se colocar no seu máximo potencial para conseguir fazer semelhantes obras.


Estados Unidos despontou como potência mundial por sua alta capacidade comercial viabilizada pela construção atacadista de barcos entorno de 1800. Eles dominavam os mares levando mercadoria para Europa. Para ser fabricante de semelhantes aparatos se precisam de parcerias estratégicas com técnicos, construtoras, financiadores, governos, etc.


Josafá homem temente a Deus sonhava alto e queria ter barcos 'made in Judá' para entrar na exploração do ouro. Em busca de orçamento e apoio fez parceria com o perverso Acazias, filho da perversa Jezabel. Este último tinha o que Josafá precisava, mas Josafá como dizendo eu não misturo negócios e espiritualidade, assinou um acordo com aquele que era dominado pelas trevas.


Para fazer grandes obras precisamos nos aliar com os que tem certo conhecimento do tema. Porém se não tiverem o espírito de Cristo é melhor desconsiderar. Teimar nisto será como querer construir a torre de Babel. Muitas vezes queremos grandezas fazendo parcerias com as trevas, contradizendo o conselho divino. Salomão, também tropeçou neste respeito ao buscar o melhor mestre de obra para construir o famoso templo. Assim, contratou ao pagão Hirão-abi, quem veio pelo elevado salário, mas sem amor à causa. Se Salomão tivesse chamado a um mestre de obra fiel, embora com um modesto currículo, teria dado muito mais certo porque Deus capacita aos que se entregam a ele.


Deus chama a seu povo para ser o sal da terra, mas não vemos que Ele diga para fazermos alianças com ímpios para ter projetos conjuntos. Alianças militares também têm sido recorrentes no povo de Deus para conseguir a segurança nacional. Como por exemplo Israel (Salomão) x Egito, Israel (Acabe) x Sidôn, Israel (Acabe) x Judá (Josafá), Israel (Jorão) x Judá (Josafá) x Edom, Judá (Asa) x Síria. Todas estas abobrinhas não foram aceitas por Deus. Aliança de fieis sempre dará certo: Gideão com 300 desarmados derrotou 135 mil midianitas, Saul com quase 600 desarmados derrotaram 30 mil carros, 6 mil homens a cavalo e um tanto de soldados, Davi derrotou Golias, Eliseu dominou sem armas o exército sírio equipado com cavalos e carros.


Ter projetos pequenos ou grandes de acordo com a vontade divina exige que se forme um time de pessoas que tenham o temor do Senhor. Quanto mais se precisa saber isto no casamento. Porque a interação fiel x infiel sempre reduzira a produtividade do fiel. Que cada um escolha o seu caminho, mas que ninguém diga que não sabia das invariáveis leis da vida. Similarmente o ecumenismo é um apanhado de parcerias inter-religiosas que jogam fora a lei de Deus. A união religião x estado leva a que algum credo se oficialize e se imponha sobre as demais pela força inquisitorial.


Em todos os casos o fiel sempre será tentado a entrar em estas alianças para ter maior segurança e paz. Não entrar demonstrara fé em Deus. Se ele quiser nós castigar que o faça, e se quiser nós salvar que o faça. Porque melhor é estar nas mãos de Deus que nas mãos dos homens.

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